A cantora Priscilla, conhecida por seu trabalho no cenário musical, abriu o coração sobre suas experiências de machismo durante a infância, especialmente ao lado do apresentador Yudi Tamashiro. Em uma recente entrevista, ela compartilhou que essa vivência a fez se sentir como uma “coadjuvante” na televisão, um sentimento que a acompanhou por anos.
Priscilla revelou que enfrentou dificuldades para se sentir priorizada em sua carreira e que isso gerou um incômodo significativo em sua vida. Para lidar com essas questões, a artista dedicou anos à terapia, um processo que considera fundamental para entender e superar os traumas relacionados à sua trajetória profissional.
O depoimento da cantora destaca a importância de discutir o machismo e suas consequências, não apenas na vida pessoal, mas também no ambiente de trabalho, especialmente em um setor tão visível como o da televisão. A reflexão de Priscilla sobre sua infância e a busca por reconhecimento são um chamado para que mais vozes se unam nessa luta pela igualdade e valorização de todos os profissionais, independentemente de gênero.



