Lívia Andrade obteve uma vitória significativa na Justiça em sua batalha patrimonial contra o ex-companheiro, Marcos Araújo. A decisão, proferida em 14 de setembro, determina que 13 empresas associadas ao empresário apresentem documentos financeiros e fiscais dos últimos cinco anos, conforme informado pela coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles.
A ação foi iniciada em março de 2026, com o propósito de reunir provas para a divisão de bens acumulados durante os cinco anos em que o casal manteve uma união estável. Lívia alega que o patrimônio do ex-casal cresceu consideravelmente durante o relacionamento.
No processo, a apresentadora argumenta que muitas das empresas ligadas a Marcos estão registradas em nome de familiares e funcionários, enquanto ele teria atuado nos negócios sem ser oficialmente listado como sócio. Essa configuração levantou preocupações para Lívia, que teme que a identificação dos bens a serem divididos se torne mais complexa.
Além dos documentos das 13 empresas, Lívia solicitou acesso às movimentações bancárias do ex-companheiro, de duas irmãs dele e da mãe de Marcos. O objetivo é reunir informações que esclareçam a situação financeira e fundamentem futuras decisões judiciais.
A Justiça também concedeu prioridade ao processo, após Lívia alegar ser vítima de violência doméstica e ter uma medida protetiva contra o ex-companheiro. A tramitação da ação já passou por uma mudança de foro, tendo sido transferida do Tatuapé para Santo Amaro, em São Paulo.
Embora a decisão seja um passo importante para Lívia, ela não confirma as alegações sobre a verdadeira propriedade das empresas, nem estabelece quais bens serão efetivamente divididos. Neste momento, o foco está na coleta de informações que serão úteis em futuras discussões judiciais.



