Harry e Meghan Markle não aceitaram os termos impostos pela rainha Elizabeth II para deixarem a coroa britânica. Um amigo próximo do casal revelou à revista Hello que a decisão tomada durante a Cúpula de Sandringham, em janeiro de 2020, foi “imposta” a eles.
O duque e a duquesa de Sussex pretendiam dividir a vida entre a realeza e uma rotina “normal”, mas a proposta foi rejeitada pela monarca, que não aceitou a ideia de que eles pudessem permanecer “meio dentro, meio fora” da família real. “Eles nunca concordaram que não ficariam dessa forma. Foi isso que foi decidido e imposto a eles”, afirmou o amigo.
A Cúpula de Sandringham, realizada na residência de campo Sandringham House, em Norfolk, ocorreu em 13 de janeiro de 2020, após Harry manifestar seu desejo de se afastar da coroa. Na ocasião, a rainha articulou como seria o processo de renúncia do casal, que se tornou oficial em março do mesmo ano.
A decisão da rainha foi clara: Harry e Meghan não poderiam representar a monarquia enquanto buscassem interesses comerciais privados. Passados seis anos desde a saída oficial, o amigo do casal garantiu que eles se adaptaram bem à nova realidade. “Isso não os incomoda. Eles estão simplesmente vivendo suas vidas e podem fazer isso porque são financeiramente independentes”, ressaltou.
Recentemente, Harry e Meghan realizaram uma série de visitas a instituições de caridade no Reino Unido, o que gerou comparações com os compromissos que mantinham enquanto membros ativos da família real. Durante essas aparições, o casal ficou “encantado” com a recepção do público britânico, que demonstrou amor e apoio.
Após seis anos vivendo em Montecito, na Califórnia, Harry e Meghan retornaram ao Reino Unido em setembro. O rei Charles III, no entanto, reiterou que a volta do casal não significava a retomada de suas funções reais, enfatizando que eles “já não são membros ativos da família real”.
Uma fonte próxima revelou que Harry e Meghan “detestam” a expressão “membros ativos da família real”, usada pelo monarca. “Ele odeia, ela odeia”, afirmou. “Eles não ‘trabalham’ para a instituição, mas são membros da família real e trabalham”, completou o insider.



