Erika Januza abriu o coração sobre o término de seu relacionamento com Arlindinho, em entrevista à coluna Play por Anna Luiza Santiago, do jornal O Globo, divulgada nesta quinta-feira (5). A atriz relembrou a fase difícil que enfrentou após a separação, anunciada em julho, e a repercussão que o rompimento gerou.
O relacionamento durou cerca de nove meses e terminou de forma tumultuada, especialmente após a divulgação de imagens de Arlindinho saindo de uma casa de swing na Zona Sul do Rio de Janeiro. Durante a entrevista, Erika expressou sua decepção e desrespeito diante da situação. “Esse jeito foi muito desrespeitoso comigo enquanto ser humano, como pessoa”, afirmou. Ela também comentou sobre a pressão externa que muitas vezes não respeita o tempo interno de cada um. “Eu preciso estar bem de verdade, não só porque estão mandando eu ficar bem”, disse.
Apesar da dor, Erika ressaltou que não permite que essa experiência defina sua vida: “Isso foi um fragmento da minha vida. Isso não define a minha vida, define a outra pessoa. Foi uma tempestade na minha vida e, da mesma forma que chove um dia, no outro o sol sai. Meu sol já saiu”, completou.
Novos projetos e representatividade na TV
Além de abordar sua vida pessoal, Erika também falou sobre sua carreira. Atualmente, ela está no ar como a Rainha Niara em “A Nobreza do Amor”, que chega ao fim nesta sexta-feira (6). A atriz também faz parte da sexta temporada de “Arcanjo Renegado”, que estreia no Globoplay no dia 12. Ela destacou a importância da representatividade feminina e da presença de mulheres em papéis de destaque na série.
Erika comentou sobre sua personagem em “Arcanjo Renegado”, que enfrenta dificuldades mas não se deixa abater. “Ela me representa muito nesse lugar. ‘Ah, você está sofrendo, passando por isso e por aquilo.’ Sim, mas eu vou engolir o meu choro e vou fazer”, disse.
Expectativas para o final de “A Nobreza do Amor”
Sobre o desfecho da novela, Erika expressou sua empolgação com a forma como a história retrata a África e a realeza negra. “Esse final, retornando à África, diz tanto sobre a gente ter a chance de voltar às nossas origens”, comentou, destacando a importância de ter uma narrativa que valoriza a cultura africana no contexto televisivo.
Ela finalizou afirmando que espera que essa produção inspire novas narrativas e representações de pessoas negras na televisão: “Ver meninas negras se inspirando para fazer festas de aniversário, chamando-se de rainha, dizendo que é princesa… Isso é muito poderoso”, concluiu.



