Marcello Camargo, filho da icônica apresentadora Hebe Camargo, voltou a se manifestar sobre os boatos que circulam nas redes sociais acerca da deterioração da mansão onde sua mãe viveu por 21 anos, localizada no Morumbi, em São Paulo. Em um vídeo publicado em seu Instagram, ele expressou seu descontentamento com a repercussão e criticou pessoas que invadem o imóvel para gravar conteúdos.
Marcello destacou que a propriedade não pertenceu a Hebe, mas sim a Lélio Ravagnani, seu segundo marido, que faleceu em 2000. “Pela milionésima vez, eu venho aqui dizer que não era da minha mãe, não era da Hebe Camargo. Era, sim, do Lélio, marido dela. Nós saímos de lá no ano 2000 e nunca mais voltamos nessa casa”, afirmou.
O apresentador também se mostrou frustrado com a necessidade de reiterar essa informação: “Gente, vocês não devem aguentar mais eu falando desse assunto, né? Agora, imagina eu, tendo que voltar aqui, falar de novo disso, que não param de postar coisa daquela casa que está em ruínas”.
Além disso, Marcello criticou a invasão de pessoas na antiga mansão para filmar seu interior e compartilhar nas redes sociais. “As pessoas invadem a casa. Isso é invasão de propriedade. A maior prova que não é minha é que eu não posso processar, porque não é minha. Se fosse minha, eu processava”, destacou.
Ele ainda fez menção a uma influenciadora que gravou diversos vídeos dentro do imóvel: “Nem vou dizer o nome aqui, fantasiada invadiu [a casa]. Fez parte um, dois, três, quatro. Que que é isso? Você não tem mais o que fazer? Essas pessoas não têm mais o que fazer, gente. Pelo amor de Deus, esta casa era do Lélio. Pronto!”.
A mansão, construída por Lélio Ravagnani na década de 1970, possui cerca de 962 metros quadrados e era famosa por sediar festas promovidas por Hebe, que recebia diversas personalidades. Após a morte de Lélio, em 2000, a família deixou a propriedade e nunca mais a frequentou.
Vale lembrar que a situação do imóvel já havia sido abordada anteriormente, em maio do ano passado, quando foi revelado que a mansão estava em processo de leilão determinado pela Justiça, com uma avaliação de R$ 8,6 milhões e débitos de IPTU que ultrapassavam R$ 1,5 milhão.



