Taylor Simone Ledward Boseman, viúva do ator Chadwick Boseman, iniciou uma nova disputa judicial com os familiares do artista. De acordo com documentos obtidos pelo TMZ, a viúva alega que os parentes têm dificultado o desenvolvimento de um documentário que visa explorar a vida e o legado do protagonista de Pantera Negra.
O projeto está sendo realizado em parceria com a produtora Words + Pictures, e Taylor está em negociações com a Searchlight Pictures para a produção do filme. A viúva afirma que o acordo proposto segue o princípio de Most Favored Nation (ou “Nação Mais Favorecida”, em tradução livre), que garante tratamento igualitário entre as partes envolvidas.
Segundo Taylor, os familiares de Chadwick receberam a mesma documentação sobre o projeto, mas alguns deles tentaram estabelecer contratos individuais com a produtora, o que a viúva considera uma tentativa de interferir em seu controle sobre o legado do ator. Ela ressalta que tem buscado consultar a família sobre as decisões relacionadas à memória de Chadwick, mas acredita que esse cuidado não tem sido recíproco.
Além disso, Taylor afirma que possui “100% do direito de controlar e se beneficiar” do uso do nome, imagem, voz e assinatura de Chadwick. Essa nova disputa ocorre em meio a uma batalha judicial mais ampla pelo controle do espólio do ator, falecido em agosto de 2020, aos 43 anos, após uma luta contra o câncer de cólon.
Os irmãos de Chadwick, Derrick e Kevin Boseman, estão tentando remover Taylor da administração dos bens deixados por ele, alegando que a viúva não tem sido transparente em relação às finanças do espólio. Em resposta, Taylor nega as acusações e defende que tem colaborado com os familiares além do que seria exigido, afirmando já ter repassado mais de US$ 1,7 milhão (aproximadamente R$ 8.819.770,00) a Carolyn e Leroy Boseman desde 2022.



