Safira Emanuele Gomes dos Santos Rosa, de 12 anos, recebeu alta na última segunda-feira (21) após passar uma semana internada em um hospital de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. A jovem sofreu um ataque de abelhas que resultou em mais de 100 picadas, ocorrido em frente a uma escola em Ibirité.
A confirmação da alta foi feita pela Record Minas, que transmitiu ao vivo do Centro Materno Infantil, onde Safira estava sob cuidados médicos. Ao deixar o hospital, a adolescente apareceu ao lado da médica responsável, segurando uma mochila e demonstrando felicidade por voltar para casa.
A expectativa inicial da família era que a menina deixasse o hospital no fim de semana anterior, mas os médicos decidiram mantê-la em observação até segunda-feira, quando ela estava pronta para retornar ao lar. Safira fez uma breve aparição na TV para agradecer aos telespectadores do programa “Balanço Geral” dizendo: “Oi, amigos do ‘Balanço Geral’”.
Na sexta-feira (18), Luciene Gomes dos Santos, mãe de Safira, já havia compartilhado que a saúde da filha apresentava melhora significativa. Exames realizados mostraram resultados positivos, e os médicos informaram que a adolescente não estava mais em risco de arritmia cardíaca ou insuficiência renal, complicações que poderiam ter surgido em decorrência do ataque.
Em entrevista ao programa “Fantástico” no domingo (20), Safira falou sobre sua recuperação, afirmando: “Comparado quando eu tinha chegado, que eu estava bem inchada, eu estou bem melhor. Eu estava falando embolado e quase não estava conseguindo abrir a boca para comer, então está bem melhor.”
A jovem também expressou sua gratidão ao motociclista Vinícius Martins de Paulo, que a socorreu no momento do ataque. “O que eu sinto agora é muita gratidão por Deus ter enviado ele para me ajudar. Eu imaginava que ia ficar lá e ninguém ia me ajudar. Então Deus ter enviado ele para mim foi a melhor coisa que aconteceu”, disse Safira.
O ataque de abelhas ocorreu na tarde de 14 de setembro, quando uma colmeia caiu de uma árvore próxima à escola municipal, espalhando os insetos pela área. Além de Safira, outras pessoas também foram atacadas e precisaram de atendimento médico.



