Nesta quinta-feira (17), Thais Carla usou suas redes sociais para denunciar ataques racistas direcionados a suas filhas, Maria Clara e Eva. Em um vídeo, a influenciadora compartilhou que soube da situação através da internet e expressou seu abalo emocional com os comentários maldosos.
“Eu fiquei sabendo pela internet, como muitos de vocês, de uma publicação falando sobre racismo e injúria racial sobre minhas filhas. Eu quero deixar bem evidente isso pra vocês, que não é a primeira vez que isso acontece, e eu nunca fiquei calada diante disso tudo”, declarou Thais.
A dançarina relembrou incidentes anteriores, incluindo um comentário racista que recebeu em maio de 2023, e um novo ataque em dezembro de 2025. Naquela ocasião, sua equipe jurídica foi acionada, e o pai das meninas também foi informado sobre a situação. “É até difícil falar sobre isso, tá, gente? Saber pela internet dói muito”, desabafou.
Thais anunciou que pretende novamente acionar seus advogados para tomar as medidas necessárias contra os responsáveis pelos ataques recentes. “Injúria racial é crime, nesse país que foi construído em cima de exploração e da escravidão de corpos pretos. A gente não pode e não deve se calar diante disso”, enfatizou.
Além disso, Thais Carla decidiu reduzir a exposição de suas filhas nas redes sociais. Inspirada por artistas como Ivete Sangalo, que preservam a privacidade de suas famílias, ela explicou sua escolha: “Não é regra pra ninguém. É uma escolha que eu fiz para as minhas filhas. Parar de ficar postando as rotinas delas o tempo todo, aonde elas estudam, os detalhes do dia a dia.”
A dançarina alertou sobre os riscos associados à exposição de crianças na internet, como uso indevido de imagem, assédio e pedofilia. “Quanto menos eu expor elas, menos portas eu abro pra esses perigos entrarem”, afirmou.
Por fim, Thais reforçou que suas filhas terão todo o suporte necessário e destacou a importância de preservar a autoestima das crianças. “Essas crianças vão ter todo o suporte jurídico que elas merecem. E todo o meu amor e a proteção que elas têm. Porque elas têm mãe”, concluiu.



