Em uma entrevista publicada nesta quinta-feira (10) pela revista britânica i-D, Gisele Bündchen revelou que recusa 99% dos trabalhos que recebe para priorizar a convivência com seus três filhos. A modelo, que se tornou uma das mais influentes do mundo, refletiu sobre sua carreira e as novas prioridades em sua vida.
Desde que iniciou sua carreira internacional aos 15 anos em Tóquio, Gisele construiu um império, figurando por 12 anos consecutivos como a modelo mais bem paga na lista da Forbes. Contudo, atualmente, ela opta por abrir mão de oportunidades de trabalho em favor de momentos em família. Mãe de Benjamin, de 16 anos, e Vivian, de 13, frutos da antiga relação com o jogador Tom Brady, e do caçula River, de um ano, com o instrutor de jiu-jitsu Joaquim Valente, Gisele enfatizou a importância de estar presente na vida dos filhos.
“Eu digo não a 99% dos trabalhos que me oferecem porque, quando coloco tudo na balança, penso: ‘Vou perder o jogo de vôlei da minha filha? Vou deixar de ir ao parque com meu filho? Vou perder meu filho tocando como DJ?’”, declarou a modelo, que atualmente reside na Flórida.
Gisele ainda compartilhou que seus anos de passarela foram repletos de aprendizados. “Vivenciei aquela corrida desenfreada. Trabalhei tanto, desde os 14, para chegar àquele patamar, que sentia que não podia dizer não [a grandes trabalhos]”, afirmou. Hoje, a modelo mal olha para o próprio celular e considera essa liberdade como algo libertador.
Ao falar sobre seus filhos, Gisele fez questão de mostrar um pouco da personalidade do caçula, River, que segundo ela, é “tão engraçado”. “Ter um bebê nesta fase da minha vida é uma dádiva, porque estou em um momento diferente. Não tenho nada a provar”, completou, ressaltando que ter filhos proporciona uma nova perspectiva de vida e a chance de vivenciar momentos significativos.
Além disso, Gisele abordou como sua definição de sucesso mudou ao longo do tempo. “O que é sucesso? Alguns dizem que sucesso é poder, dinheiro, fama, e mais. Outros dizem que sucesso é poder passar tempo com os filhos, ter comida na mesa, ter uma casa para morar”, refletiu. Para ela, o importante é olhar para trás e sentir que realmente aproveitou a jornada, buscando ser a melhor versão de si mesma.



