Nesta segunda-feira (31), Kelly Osbourne abriu o coração em uma entrevista à HELLO! Magazine, onde refletiu sobre a profunda dor da perda de seu pai, Ozzy Osbourne, que faleceu em 22 de julho de 2025, aos 76 anos. O vocalista do Black Sabbath lutava contra a doença de Parkinson, e sua condição se agravou após seu último show, realizado dias antes de sua morte.
Em suas declarações, Kelly revelou como a morte do pai a afetou. “Eu nunca mais serei a pessoa que era antes de meu pai morrer… uma parte de mim também morreu”, compartilhou. Ela enfatizou que sua vida mudou completamente desde então, e que o processo de luto tem sido um desafio diário. “É apenas uma questão de viver um dia de cada vez e juntar os pedaços novamente de uma maneira que você acha que vai funcionar”, afirmou.
Um dos momentos mais tocantes da entrevista foi quando Kelly revelou que o corpo de Ozzy não foi levado ao necrotério após sua morte. “Ele veio direto para casa e pudemos passar alguns dias com ele, lamentar ao lado dele e garantir que tudo fosse feito da maneira que queríamos”, contou, ressaltando a importância desse tempo para a família.
Kelly também expressou sua gratidão pelo apoio dos fãs durante esse período difícil. “Isso nos salvou. Cada mensagem, cada flor, cada presente que nos enviaram — nós recebemos, lemos, reconhecemos e, para as pessoas para quem conseguimos encontrar tempo para escrever de volta e agradecer, nós fizemos isso. Isso nos mostrou que eles o amavam tanto quanto ele os amava”, disse.
Para homenagear seu pai, Kelly publicou uma carta emocionante em julho, um ano após sua morte. Nela, ela expressou sua dor e a saudade que sente. “A parte mais difícil não é que você se foi. A parte mais difícil é que não posso tocar em você. Não posso segurar sua mão”, escreveu, destacando o amor e a conexão que sempre tiveram.
Kelly finalizou afirmando que nunca haverá outro igual a Ozzy. “Você carregava algo extraordinário dentro de si, um tipo de magia que parecia enviada pelos céus, e passarei o resto da minha vida sendo grata por ter podido te chamar de meu papai”, concluiu.



