O presidente da Associação LGBTQIAPN+ de São Paulo, que pediu a prisão de Alexandre Nardoni, afirmou ter recebido ameaças de morte por meio de mensagens e ligações. As intimidações ocorreram após ele fazer denúncias relacionadas ao caso Nardoni, que envolve a morte da menina Isabella Nardoni em 2007.
O ativista expressou sua preocupação com a segurança pessoal e a necessidade de proteger a liberdade de expressão. Ele destacou que sua atuação é em defesa dos direitos humanos e que não permitirá que ameaças o impeçam de lutar por justiça.
As ameaças foram registradas junto às autoridades competentes, que investigam o caso. O ativista, que não revelou detalhes sobre o conteúdo das mensagens, reafirmou seu compromisso com a causa e a importância de continuar denunciando violações de direitos.
O caso Nardoni continua a gerar polêmica e debates na sociedade, refletindo a necessidade de um olhar atento sobre temas de violência e direitos humanos no Brasil.



