Tadeu Schmidt usou suas redes sociais, nesta segunda-feira (31), para fazer um desabafo sobre a sua relação com o celular. No vídeo publicado em seu Instagram, o apresentador reconheceu seu uso excessivo do aparelho e convidou os seguidores a refletirem sobre seus próprios comportamentos. “Tô aqui pra reconhecer que eu sou viciado, e imagino que você também seja, viciado em celular. E eu queria te convidar pra superar esse vício junto comigo”, disse.
O apresentador destacou que não vê o celular de forma negativa, considerando-o uma ferramenta importante. No entanto, ele criticou a maneira como o dispositivo se tornou parte da rotina diária. Tadeu exemplificou sua experiência durante o comando do “BBB”, onde, devido às exigências do programa, precisa estar conectado quase o tempo todo. Muitas vezes, ele mencionou que ao pegar o celular para resolver questões de trabalho, acaba se perdendo em longos períodos de navegação nas redes sociais. “Quando você se dá conta, você tá scrollando assim, que nem um zumbi há muito tempo. Isso não é legal”, afirmou.
A reflexão sobre o uso do celular ficou mais clara para Tadeu durante suas férias, após o término do programa. Ele decidiu se desconectar e aprovou a experiência: “Eu fiz questão de me desconectar, e foi bom demais”, revelou.
Além disso, o apresentador também abordou o impacto do uso excessivo do celular nas relações sociais. Para ele, a atenção constante à tela pode levar ao afastamento e a comportamentos considerados mal-educados em interações com outras pessoas. “Esse troço aqui é sensacional, mas do jeito que a gente tá utilizando, é horrível, faz mal pra gente. Bora superar esse vício?”, concluiu.
Especialistas têm alertado sobre os efeitos negativos do uso excessivo de celulares, que estão associados a problemas de sono, dificuldade de atenção e prejuízos ao bem-estar. No Brasil, o celular é o principal meio de acesso à internet. Segundo dados do IBGE, 98,7% dos usuários de internet com 10 anos ou mais utilizaram o telefone móvel para se conectar em 2025. A Fiocruz acrescenta que o bem-estar digital não depende apenas do tempo em frente às telas, mas também da forma como esses aparelhos afetam o sono e a rotina. Recomendações incluem reduzir o uso durante as refeições e interações sociais, além de evitar telas próximo ao horário de dormir.



