Príncipe Harry e Meghan Markle deixaram Montecito, na Califórnia, para retornar ao Reino Unido, segundo relatos de vizinhos que notaram a saída discreta do casal. De acordo com moradores da região, a mudança ocorreu sem alarde e sem qualquer integração do casal à comunidade local.
Em entrevistas ao Page Six, um vizinho destacou que não houve movimentação visível, como caminhões de mudança ou festas de despedida. “Em um dia, eles estavam aqui. No outro, já haviam voltado para a Inglaterra”, comentou. Robert Eringer, um escritor da vizinhança, afirmou que Harry e Meghan nunca se socializaram com os residentes e que, se não fosse a cobertura da mídia, sua partida passaria despercebida.
Outra moradora, identificada como Susan, recordou a frieza com que a família recebeu sua tentativa de boas-vindas. “Eu deixei uma garrafa de vinho no portão deles, e ela me foi devolvida, fechada, no dia seguinte”, relatou. Segundo ela, o casal parecia não ter interesse em conviver com quem não fosse da elite.
Além disso, o Page Six observou que a presença de Harry e Meghan foi praticamente apagada das lojas locais, incluindo a livraria Godmothers, que não vende mais produtos associados ao casal. A proprietária de uma boutique, Wendy Foster, no entanto, elogiou Meghan como uma pessoa educada e compreendeu a decisão do casal de retornar ao Reino Unido, onde seus títulos são mais significativos.
Recentemente, uma fonte informou que Harry e Meghan estavam “entusiasmados” com a mudança. Vizinhos expressaram alívio com a saída do casal, citando a “arrogância” e o “drama interminável” que caracterizavam sua presença na comunidade. “A cidade está exausta deles”, afirmou um morador.
Harry e Meghan planejam passar um período prolongado no Reino Unido, onde seus filhos, Archie e Lilibet, já foram matriculados em uma escola britânica com aulas começando em setembro. No entanto, o casal não deverá ocupar propriedades ligadas à monarquia, optando por uma residência privada.
Desde que se mudaram para a Califórnia em 2020, Harry e Meghan deixaram de exercer funções reais, em um movimento que ficou conhecido como “Megxit”, gerando uma crise nas relações da família com a monarquia britânica.



