O caso da miss Lara Marina Soares Tosta, que conquistou a terceira colocação no concurso Miss Supranational 2026, ganhou novos contornos com a divulgação de laudos que comprovam que a modelo capixaba estava ciente de sua gestação durante o evento, realizado em julho na Polônia. A revelação foi feita pelo portal LeoDias.
Um dos laudos, referente a uma ultrassonografia obstétrica realizada em 22 de abril de 2026, indica que a miss estava com 7 semanas de gestação na época do concurso. Essa informação contradiz a alegação de Lara de que estava apenas enfrentando problemas de constipação, o que a levou a solicitar a troca de um dos figurinos para disfarçar a barriga.
Durante a competição, Lara solicitou a mudança de um traje previamente acordado, alegando desconforto ao usar um biquíni devido ao inchaço. Assim, optou por um body, sem informar a equipe responsável pela sua participação. Ao posar para as fotos com o biquíni original, foi possível notar uma leve protuberância na barriga, levantando suspeitas sobre sua condição.
Além disso, Lara descumpriu cinco cláusulas do contrato com a organização do concurso, incluindo a notificação sobre gestação durante o evento e a obrigação de manter sigilo sobre os bastidores do concurso.
Após a descoberta, o Concurso Nacional de Beleza (CNB) decidiu afastar Lara do posto de Miss Brasil. A miss ainda não se pronunciou oficialmente sobre os novos desdobramentos do caso até o momento da publicação desta matéria.



