A icônica cantora Dolly Parton faleceu aos 80 anos nesta terça-feira, 25 de setembro, em um hospital em Nashville, nos Estados Unidos, após uma breve batalha contra o câncer. A informação foi confirmada por seus representantes à revista People.
Em um comunicado, a equipe da artista expressou o impacto profundo que Parton teve na vida de muitas pessoas: “Nossa amada Dolly Parton passou a vida e a carreira levando alegria, risos, esperança e integridade a tudo o que tocou. Sua generosidade incomparável alcançou a vida de inúmeras pessoas que ela jamais conheceria, mas para quem sempre esteve disposta a oferecer uma mão amiga.”
O comunicado também destacou as contribuições de Dolly, como a doação de centenas de milhões de livros através de sua iniciativa “Imagination Library” e o financiamento de pesquisas que resultaram em vacinas utilizadas em todo o mundo. “O amor incondicional de Dolly por todas as pessoas foi a força que guiou seu impacto duradouro”, concluiu a nota.
Parton, que começou sua carreira na década de 1950, era uma figura emblemática da música country e pop. Recentemente, ela havia falado sobre problemas de saúde em uma entrevista à People, publicada em 21 de agosto, onde mencionou que estava lidando com questões de saúde que havia deixado de lado enquanto cuidava de seu marido, Carl Dean, que faleceu em março deste ano.
Antes de sua morte, a artista cancelou uma aparição no parque Dollywood, no Tennessee, após recomendação médica devido a problemas de saúde. Em um vídeo pré-gravado, ela compartilhou: “Às vezes fico um pouco tonta e desidratada… E então meu médico de Nashville cortou minhas asas, dizendo: ‘Você não vai viajar esta semana’.”



