Cauã Reymond fez uma revelação impactante sobre sua experiência na novela “Avenida Brasil” durante participação no programa “POD_i com Andréia Sadi”, da GloboNews, na última segunda-feira (24). O ator contou que enxergava traços de sua própria mãe na vilã Carminha, interpretada por Adriana Esteves, o que o levou a buscar terapia.
Durante a conversa, Cauã assistiu a uma cena de seu personagem, Jorginho, em um embate com Carminha. Ele mencionou que as discussões entre eles eram intensas: “Foram muitos embates! Muita canalização!”, disse. Quando questionado por Andréia Sadi sobre a conexão entre a personagem e sua mãe, o ator explicou que, apesar de seu amor por ela, algumas situações da trama evocaram sentimentos complicados.
“Eu amo a minha mãe! Adoro astrologia! Minha mãe era a minha maior fã! Mas o meu irmão, por exemplo, mais novo, não gostava de assistir! Mexia com a gente!”, compartilhou Cauã, ressaltando o impacto emocional que a novela teve em sua vida.
Além disso, ele revelou que fez acompanhamento psicológico por um longo período após o término da novela, reconhecendo que o sucesso da trama foi um dos maiores da sua carreira. “Fiz análise durante muito tempo pra resolver a novela após a novela! O maior sucesso da minha carreira até então! E um dos maiores sucessos [da TV]! Mas a Adriana ia em lugares que eu falava, mano, dava até tremelique!”, confessou.
Cauã também comentou sobre a possibilidade de Adriana Esteves ter sentido efeitos semelhantes em relação à sua interpretação de Carminha: “E eu acho que ela, de alguma maneira, talvez sentisse também! Mas foi uma novela que mexeu muito comigo!”, afirmou.
Por fim, o ator revelou que nunca abordou o assunto da relação entre a personagem e sua família com sua mãe. “Não! Nunca! Não tratava!”, respondeu ao ser questionado sobre se conversou com ela a respeito na época.
Em “Avenida Brasil”, exibida em 2012, Cauã interpretou Jorginho, filho de Carminha e Tufão (Murilo Benício). Para assistir ao vídeo completo da entrevista, acesse o canal da GloboNews no YouTube.



