Renato Cariani se manifestou em suas redes sociais após o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) solicitar sua condenação por associação para o tráfico, tráfico de matéria-prima destinada à fabricação de drogas e lavagem de dinheiro. Em vídeos publicados nos Stories do Instagram, o influenciador fitness esclareceu que a repercussão em torno do caso não envolve novas acusações ou processos.
“Pessoal, quem me acompanha há muito tempo sabe que, em 2023, a minha empresa foi vítima de crimes econômicos. Eu respondo como dono da empresa, tanto eu quanto minha sócia. Nós respondemos a isso porque a empresa tem que ser responsabilizada, responder e provar a sua licitude”, afirmou Cariani, enfatizando que pretende demonstrar na Justiça que não teve participação no esquema investigado.
O influenciador destacou que a movimentação recente se refere a um processo já existente e não a um novo caso. “Essa semana, começaram a surgir assuntos. Não é assunto novo, tá, gente? O Ministério Público fez o papel dele, que é denunciar. Então, ele denunciou a mim e outras pessoas. E aí cabe à Justiça, ao meu advogado, provar, como nós vamos provar, que nós fomos vítimas”, declarou.
Cariani também garantiu que possui documentos e provas que sustentam sua versão. “Só para ficar claro, tá, gente? Não é nenhuma acusação nova. Eu espero que esse seja o único da minha vida inteira. É o mesmo processo, é a mesma situação. O Ministério Público tem o papel de acusar, eu, o papel de me defender, e a juíza, o papel de julgar. Eu tenho bons advogados e todo o material necessário para provar que eu e a minha sócia fomos vítimas”, afirmou com confiança.
Para reforçar sua defesa, Cariani questionou a lógica da acusação em relação ao valor supostamente envolvido no esquema: “Como empresário, você me conhece, sabe o quanto eu trabalho, o quanto eu gero de impostos. Eu me envolveria nisso para ganhar, segundo a própria Justiça, R$ 1,5 milhão? Me envolver em uma situação dessa para alocar R$ 1,5 milhão? Mas eu tenho que provar, e é isso que estou fazendo. É o mesmo assunto, tá?”, concluiu, mantendo a versão de que ele e a sócia foram vítimas no caso.



