A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), denunciou a intensificação de disseminação de fake news e ataques por parte de seus adversários políticos durante o segundo turno das eleições de 2026. Em entrevista ao apresentador Caio Barbieri, do programa “Política em Minutos”, da LeoDias TV, Celina afirmou que a campanha tem sido marcada por tentativas de provocar medo nos eleitores.
A disputa pelo Palácio do Buriti avançou para o segundo turno após Celina obter 825.530 votos (49,93%) na primeira etapa, ficando a apenas 168 votos da maioria necessária para vencer. Seu principal adversário, Leandro Grass (PT), ficou em segundo lugar com 569.930 votos (34,47%).
“Nós tivemos uma campanha aqui de ataques, de mentira, de medo no primeiro turno, mas isso se acirrou muito mais no segundo turno. Colocando em grupos de servidores públicos, fazendo ataques direcionados, elevando o grau de mentiras que eles já faziam, mas, assim, algo que beira o desespero”, declarou Celina.
Questionada sobre os ataques misóginos e o clima hostil da disputa, a governadora destacou sua intenção de responder às críticas por meio das ações de sua gestão. Celina acredita que a população está mais preocupada com soluções para problemas cotidianos do que com as fake news disseminadas. “Eu acho que a população está muito mais preocupada com o resultado do problema, da porta da casa dela, do que com o ataque fake, que é o que eles fazem todos os dias. No segundo turno, piorou muito”, afirmou.
Celina também comentou sobre a estratégia de campanha e a importância de apresentar resultados à população. Ela criticou o PT, partido de Leandro Grass, e defendeu um debate centrado em propostas. “Um debate qualitativo, um debate sobre os problemas e as soluções da nossa cidade, e não um debate de fake news, como o PT tem insistido agora no segundo turno”, concluiu.
O segundo turno das eleições está agendado para o próximo domingo, 25 de outubro, quando os eleitores do Distrito Federal decidirão entre Celina Leão e Leandro Grass quem governará a região nos próximos quatro anos.



